terça-feira, abril 17, 2007
Um louco matou mais de 30 jovens numa Universidade dos Estados Unidos. Morreu também. As televisões portuguesas, com a especificidade que as caracteriza, garantiram, aliviadas, que não havia nenhum português entre os feridos. Como se a morte de um português tornasse mais hediondo o crime... O assassino, diz-se, andava à procura da namorada. Não percebo. Ninguém pode perceber a violência gratuita! Confunde-me a liberdade dos EUA que persegue, quase prende, quem fuma um cigarro num lugar público e, simultaneamente, vende armas a toda a gente. País de contrastes ou de non-sense total??
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