domingo, abril 01, 2007
Uma assoadela ranhosa interrompeu a missa.
O senhor padre Nuno, a meio do Padre Nosso, puxou do lenço do fundo do bolso das calças, manobra perigosa que meteu levantar as vestes longas e vermelhas, e assoou-se com força. O microfone, riscos da modernidade, atraiçoou-o e amplificou a assoadela. Foi de peso... À minha frente, um miúdo, calças de ganga e inquietação de 9 ou 10 anos, torcia-se a rir. Os olhos vermelhos, as mãos a tentarem fugir ao aperto que a mãe lhes impunha. Também eu me ri. Para dentro. Mas com muita vontade!! Deus há-de perdoar, o humor é uma benção!!
O senhor padre Nuno, a meio do Padre Nosso, puxou do lenço do fundo do bolso das calças, manobra perigosa que meteu levantar as vestes longas e vermelhas, e assoou-se com força. O microfone, riscos da modernidade, atraiçoou-o e amplificou a assoadela. Foi de peso... À minha frente, um miúdo, calças de ganga e inquietação de 9 ou 10 anos, torcia-se a rir. Os olhos vermelhos, as mãos a tentarem fugir ao aperto que a mãe lhes impunha. Também eu me ri. Para dentro. Mas com muita vontade!! Deus há-de perdoar, o humor é uma benção!!
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