sexta-feira, maio 18, 2007
Peço colo à vida. Que me abrace forte, me embale e me conte da felicidade que desconheço. Ela vira-me as costas. Atira-me a solidão, deixa-me perdida no meio de referências que identifico como percursos de nada. Tento protestar e procuro Marvão, o silêncio das pedras, o voo firme das águias. Peço um café, água também. Mas apetece-me uma caipirinha, o mar por perto, uma companhia de ombros suficientemente largos para acolher o tamanho exagerado da minha angústia...
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