domingo, junho 10, 2007
Sala cheia. Completamente cheia. O Centro de Artes do Espectáculo, de repente, parecia-me pequeno para tanta gente. Algazarra no hall, toda a gente a brincar, a entrar em fila pouco ordeira, a minha flor verde a parecer-me solta. Não, está presa, não te preocupes. Vozes parceiras de nervoso angustiado.
Cinco e meia da tarde. Silêncio e escuridão na sala, a voz firme da Ana a anunciar o espectáculo e as crianças a entrarem em cena. Lindas! Bailarinas de 4 e 5 anos, ensaiando pontas, olhares fixos na professora, o palco cheio de rosa e verde. Palmas!! Karaté, saltos, gritos, movimentos ágeis. Palmas! O nervoso a crescer ... E nós. O grupo do "Ao Ritmo da Dança!" , os adultos, eu a sentir a mão profissional do João a segurar a minha. E o tango. Rodrigo Leão, o tango que eu tantas vezes oiço, e eu a esquecer o público, o palco, o CAE. Agora era eu e o João, os oitos, o gancho da mulher, os quadrados, o gancho do homem e, num instante, o chachacha. Abre, roda duas vezes, abre para trás, rodopia, apetecia-me cantar também! E a salsa. Rápida, corpos certos, movimentos esguios e ousados, a plateia a aplaudir. Cá fora, o que alívio. Correu bem! E, ainda de flor, ver os outros, admirar a leveza da Lena, a elegância do João, a perícia do Pedro, o charme da Ana Paula. No final, a loucura. Miúdos, jovens, adultos, alunos, professores, todos num "movimento sensual; una mano en la cabeça, una mano en la cintura, um movimento sexy". A plateia de pé, as flores, o até para o ano.
Deve ser assim que se marca a vida de momentos bons: - Com companheirismo, música, arte e MUITA confiança!!
Cinco e meia da tarde. Silêncio e escuridão na sala, a voz firme da Ana a anunciar o espectáculo e as crianças a entrarem em cena. Lindas! Bailarinas de 4 e 5 anos, ensaiando pontas, olhares fixos na professora, o palco cheio de rosa e verde. Palmas!! Karaté, saltos, gritos, movimentos ágeis. Palmas! O nervoso a crescer ... E nós. O grupo do "Ao Ritmo da Dança!" , os adultos, eu a sentir a mão profissional do João a segurar a minha. E o tango. Rodrigo Leão, o tango que eu tantas vezes oiço, e eu a esquecer o público, o palco, o CAE. Agora era eu e o João, os oitos, o gancho da mulher, os quadrados, o gancho do homem e, num instante, o chachacha. Abre, roda duas vezes, abre para trás, rodopia, apetecia-me cantar também! E a salsa. Rápida, corpos certos, movimentos esguios e ousados, a plateia a aplaudir. Cá fora, o que alívio. Correu bem! E, ainda de flor, ver os outros, admirar a leveza da Lena, a elegância do João, a perícia do Pedro, o charme da Ana Paula. No final, a loucura. Miúdos, jovens, adultos, alunos, professores, todos num "movimento sensual; una mano en la cabeça, una mano en la cintura, um movimento sexy". A plateia de pé, as flores, o até para o ano.
Deve ser assim que se marca a vida de momentos bons: - Com companheirismo, música, arte e MUITA confiança!!
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