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sexta-feira, novembro 02, 2007

Sinto um desejo absurdo de sofrer. Álvaro de Campos.
Sinto um desejo absurdo de morrer. Luísa Moreira
Ele, porque foi sem existir, não deve ter concretizado o desejo absurdo. Eu, porque existo, embora às vezes não perceba bem porquê, vou aguardando, com absurda impaciência por vezes, a concretização do meu desejo.
Hoje sinto assim. Estou assim. Sou assim.
Amanhã, talvez...

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