segunda-feira, dezembro 10, 2007
Este é o Buda. O meu amigo constante, alerta, desperto sempre, atento até aos meus sentires. Olha-me fundo, incomoda-se com a minha tristeza e, por vezes, obriga o meu sorriso. Hoje, destruiu o Presépio. Nem lhe ralhei, se calhar ele tem razão... Refiz o Presépio, a tradição exige. As minhas saudades também...
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