quinta-feira, janeiro 31, 2008
Eu estou habituada a trambolhões. Tenho dado muitos e, se fosse a queixar-me, teria assunto para um romance intitulado: Trambolhões, tropeções e arranhões! Mas hoje, ultrapassei tudo: - Trambolhei com o meu automóvel numa cratera!!
No meio da estrada, precisamente no momento em que eu, vinda do CCB, reparava no manto de prata que cobria o Tejo, exactamente quando estava a lembrar Camões e a imaginar o que diria se aparecesse uma tágide, pumba, caí num buracão! Além do susto, cair num buraco, coincidente com o choque na realidade, é doloroso, fiquei com o volante preso e não conseguia virar para a direita. Ainda se fosse para a esquerda, enfim, mas logo para direita que eu tanto prezo, é demais! Seguro, mecânico, e um ferro carunchoso doutra vítima da cratera presa na roda. Afinal, tudo se resolveu e o meu carrinho lindo, a minha amêndoa gigante como as minhas filhas lhe chamam, já está óptimo. Mas eu não estou. Fiquei irritada e revoltada. Estava uma manhã tão linda...
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