quarta-feira, janeiro 16, 2008
Sempre isto me acontece. Partida, com regresso marcado, faz-se de um misto de angústia e de esperança. Sei lá porquê, talvez apenas porque acredito em sonhos (tenho a certeza que se as fadas fossem à escola a educação em Portugal seria bem diferente!) sempre que parto, que deixo da vista o quotidiano, invade-me a esperança de que alguma coisa mude. Muda sempre o meu sono, de si instável, assaltam-me as insónias e, agora, de mala feita, sobra ainda tempo para me vir encontrar comigo. Gosto destes momentos de quase silêncio, só o vento lá fora me faz companhia, quando desfolho sentires e ouso impossíveis. Quando a minha alma lagóia faz acrobacias entre pensares e sentires.
Bristol. Quatro alunos, um desejo imenso de conhecer. Conhecer mesmo, fazendo pessoais as vivências, desenvolvendo competências.
Bristol. Quatro alunos, um desejo imenso de conhecer. Conhecer mesmo, fazendo pessoais as vivências, desenvolvendo competências.
Vou partir. E fica cá meia lagóia, um meio de mais de metade (a minha matemática sempre foi relativa), na escola, nos alunos que não levo e queria levar. Acho que é aqui que começa a minha angústia viajante: - na dor que o verbo deixar carrega. Always. Para ir acordando a língua da viagem...
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