segunda-feira, abril 14, 2008
De repente, estava rodeada por ameaçadores sinais de sentido proibido. Parei. Restava-me uma hipótese e, por isso, a escolha foi simples... Meia rua e um larguinho. Mais sentidos proibidos. Parei de novo e. Que susto! Um dedo! Um dedo gigante, com falange, falanginha e falangeta, com unha e tudo, apontava inequivocamente o céu. Junto ao dedo intimador, a Igreja. Observei o dedo, o dedão!, e vi que tinha até rugas no granito de que era feito. Saí do carro, acho que procurava o corpo do gigante ali enterrado, mas não descobri nada. Continuei o meu circuito pelo labirinto em que se tornou a antes simpática terrinha de Alpalhão e lá descobri o caminho para Nisa.
Cheguei a Nisa. Parei junto à escola e... Outro dedo?! Olhei melhor e mais perto. Respirei de alívio: era apenas uma réplica (?) exagerada talvez, de um menir. Não vi o Obélix. Mas, quando ouvi ladrar, juro que procurei o Ideiafix...
Portugal é assim? Por aqui parece. Cheguei triste, hoje. Nem o dedo me divertiu.
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