domingo, abril 20, 2008
Touros, a euforia das Corridas, a cor do Campo Pequeno, a chuva torrencial, o hino tocado com milhares de portugueses em pé e em silêncio, os miúdos a aprenderem a ser pessoas; Tango, violino, piano, acordeão, palavras ditas em fatos riscados, negros e brancos, movimentos sensuais, eróticos até, da Ana Paula e do Pedro; testes para corrigir, erros que me doem, expressão vacilante, conteúdo nulo, angústia crescendo. Têm sido assim os meus dias: - feitos de sentires intensos, de pensares de doer, de recordações aos molhos e de sonhos incumpríveis! Depois, dói-me a cabeça. A mostrar que existe, que não sou apenas desejo e memória, sentires e ousadias.
Entretanto, o PSD agudiza a crise, oiço ao longe o barafustar da incapacidade, chegam-me os ecos da mediocridade. E tenho de arrumar os meus papéis, a minha solitária onde reina o caos e a desordem. Estou a viver, acho eu.
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