quinta-feira, maio 22, 2008
Chove muito, muito. Chuva corrida, direitinha, desolada mesmo. Como se o céu se tivesse profundamente desconsolado com a terra e quisesse lavá-la fundo. Pena que não chova lixívia. É que, com tanta porcaria na alma das gentes, só assim se poderia aclarar a existência...
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