segunda-feira, junho 09, 2008
9 de Junho. Três anos de saudades a doer todos os dias. Três anos a sentir a falta do ombro amigo, do cúmplice atento, do Pai adorado. Três anos a achar que o tempo não cura a dor, não apaga a mágoa, não ilude as saudades. Preciso do meu Pai hoje, como ontem, como há três anos, como sempre! Preciso de o sentir perto, como sempre aconteceu nos piores momentos da minha vida estúpida. Doem-me as saudades por dentro!!
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