domingo, junho 01, 2008
Passeando com o Fred, tentando evitar uma entrada na ribeira - a água ainda está fria -, esfolei a perna num galho e fiz uma ferida. A ferida fez crosta, depois de limpa com folha de salgueiro e água de ribeira. Há pouco, esfreguei e saltou a crosta. Agora, vejo o sangue escorrer na minha perna. É escuro e morno, lento e grosso. A vida parece-se com ele: corre espessa, fazendo doer... Queria ser capaz de fazer sair pela ferida, insignificante e sangrenta, a minha mágoa pelo mundo, o meu desalento por Portugal...
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