segunda-feira, julho 07, 2008
Tenho um telemóvel novo, giríssimo. Não sei mexer nele, mas não faz mal, conta a imagem! como o meu telemóvel é a vida... às vezes, nada funciona, as teclas correctas encravam, a razão desrazoa-se. Mas ela continua, convencida que é gira como um telemóvel último modelo. Como o Álvaro de Campos "ir na vida como um automóvel último modelo". Eu não queria. Não quero. Prefiro ir a pé, de braço dado, sentindo o cheiro das flores, da maresia, da esgoto humano também. Olhar e ver, como Caeiro, instalada nos sentidos, iludindo os pensares!
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