sexta-feira, novembro 28, 2008
Correndo atrás do Buda, ingénuo nos seus três meses recentes, o Tango caíu na piscina. O Buda, aflito, correu a chamar-me. Ladrou à minha volta, angustiado, fez-me segui-lo e encontrar o seu amigo inseparável nadando, gelado, numa piscina de onde não conseguia sair. Sem pensar, entrei na água e trouxe-o ao colo. Chegámos os dois casa congelados! Dei banho ao Tango, esfreguei-o com energia e aqueci-o entre abraços e lágrimas de aflição. Depois, tomei eu um banho quente com ele por perto, olhando-me agradecido, seguro de que tudo farei por ele. O meu banho aconteceu tarde demais... Estava mesmo gelada e não me livrei de uma brutal constipação que me deixou sem voz, com tosse de rebentar por dentro, com a cabeça a latejar de dor. Mas não faz mal. Ou, pelo menos, não faz muito mal. Porque pelo Tango, pelo Buda, pelo Fred farei sempre o que puder. Vejo os meus cães como os meus verdadeiros amigos, disponíveis para me mimar, pacientes, necessitando e confiando em mim incondicionalmente. Para eles, eu faço todo o sentido e, para mim, eles são essenciais!
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