terça-feira, dezembro 16, 2008
Chegou cheia de energia e de com uma constipação demolidora. Entre espirros e arrepios de frio, contagiou-me com a sua força de vida, com a paixão que põe em tudo o que vive. Contou de Cambridge, de Maddingley, dos jantares no King's College, das caminhadas nas ruas sapientes, dos relvados intensos, dos amigos iranianos, do Tesco onde há de tudo, da manicure brasileira que desencantou, das vivências distantes que, agora, fazem da minha menina-mulher um novo ser. Faz-me bem ouvi-la, mesmo rouca, sentir-lhe o entusiasmo e a paixão pela vida que escolheu.
Mas não consigo não ter medo. E peço a Deus, ao meu Deus companheiro, ao Cristo que há anos dorme na minha cabeceira, que não deixe que nada atraiçoe a minha menina!!!
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